quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Laboratório suspende produção e venda de Reductil

O emagrecedor, um dos mais populares do país, é à base de sibutramina, substância que foi proibida nos EUA e na Europa

O laboratório Abbott decidiu ontem suspender, voluntariamente, a produção e a venda do Reductil (monoidrato de sibutramina), uma das drogas mais vendidas do país para perder peso.
Outras empresas seguem usando a substância, liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)-apesar de já ter sido vetada nos EUA e na Europa.
Em março deste ano, a Anvisa restringiu as regras para a compra do medicamento, tornando-o uma droga anorexígena (que atua no sistema nervoso central).
Agora, é preciso usar a receita azul, numerada e emitida pela Vigilância Sanitária de cada região -antes, bastava a branca. O remédio passou a ter tarja preta. Por causa disso, as vendas caíram 60% no primeiro semestre.
Em nota, a farmacêutica Abbott disse ontem que a decisão de retirar o medicamento do mercado teve como base a revisão dos dados de um estudo (Scout) que acompanhou 10 mil pacientes, com 55 anos ou mais. O estudo mostrou que o remédio traz maior risco cardíaco a pessoas propensas.
Segundo a Abbott, a maioria dos pesquisados tinha histórico de doença cardiovascular e era inelegível a usar sibutramina de acordo com as indicações da bula.
A empresa diz que pacientes que queiram interromper o tratamento com Reductil podem fazê-lo a qualquer momento, mas recomenda que procurem seus médicos para discutir alternativas para a perda de peso.
A maioria dos endocrinologistas brasileiros é contra a retirada da substância do mercado, por julgá-la segura. É o caso da médica Rosana Radominski, presidente da Abeso (associação para estudo da obesidade),
"A sibutramina é uma medicação de custo acessível, segura quando bem indicada e eficaz na redução do peso, o que acarreta melhora significativa das complicações ligadas ao aumento de peso."
Para ela, foi um erro a generalização dos resultados clínicos de um único estudo "de desenho, no mínimo, equivocado". "Os achados do estudo não podem ser extrapolados para toda a população com excesso de peso."

Rede de Farmácias Nissei abre primeira loja de Santa Catarina

Empresa agora se localiza no centro de Itajaí

Teve início oficialmente a operação da Rede de Farmácias Nissei em Santa Catarina, com a inauguração de uma loja em Itajaí. A farmácia está localizada na Rua Hercílio Luz, tradicional ponto comercial da cidade, e oferece comodidade e serviços agregados aos consumidores. Segundo o Difundir, a região escolhida para expansão de lojas da rede paranaense foi Santa Catarina, com o planejamento da abertura de 18 lojas nas principais cidades do Estado. Já na amanhã (25), acontece a abertura de mais duas lojas, desta vez em Blumenau. Na sequência serão abertas unidades em Balneário Camboriú, São José, Joinville e outras lojas em cidades que serão reveladas brevemente. De acordo com o presidente da Rede de Farmácias Nissei, Sérgio Maeoka, a expansão está sendo viabilizada pela manutenção de um planejamento de longo prazo, que vem resultando em um crescimento médio do grupo de 30% nos últimos anos.

Pílula de uso diário reduz em 72,8% contaminação pelo vírus da aids

Um comprimido diário, que combina dois medicamentos antirretrovirais, reduziu em 43,8% as infecções por HIV em homens que fazem sexo com homens. O índice de proteção chegou a 72,8% entre aqueles que tomaram o remédio em 90% dos dias. Os resultados fazem parte da pesquisa Iniciativa Profilaxia Pré-Exposição (iPrEx), que acompanhou 2.499 voluntários em 6 países - 350 deles no Brasil.

Esse é o primeiro trabalho que demonstra a eficácia de um medicamento oral de uso diário para evitar a infecção pelo vírus da aids. "É um divisor de águas no combate à epidemia de HIV", afirmou o infectologista Mauro Schechter, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coautor do artigo publicado pelo New England Journal of Medicine.

Os cientistas acompanharam os pacientes por três anos em centros dos Estados Unidos, da África do Sul, da Tailândia, do Equador e do Peru, além do Brasil. No período, 100 pacientes contraíram o HIV - 64 dos infectados faziam parte do grupo de 1.248 pessoas que receberam placebo; 36 estavam entre os 1.251 que tomaram o comprimido Truvada, do laboratório Gilead Sciences, que combina o tenofovir e a emtricitabina, esta ainda sem registro no Brasil.

Dez voluntários foram excluídos porque contraíram o vírus no período entre a entrevista para ingressar no estudo e a primeira dose do medicamento. Houve registro de efeitos colaterais, como desconforto gástrico e náuseas, mas em pequena escala.

"A pesquisa mostra que, se a pessoa toma o remédio, funciona. Não temos como saber se a pessoa tomou o comprimido diariamente; levamos em conta o que o voluntário relata. Mas os exames de sangue feitos em um grupo de pacientes mostraram que, entre aqueles que tinham o medicamento no organismo, a redução da infecção foi de 92%", afirma Mauro Schechter.

Os voluntários receberam o que é considerado o melhor pacote de prevenção - aconselhamento, preservativos, acompanhamento psicológico e tratamento para doenças sexualmente transmissíveis, além do medicamento. "A gente sabe que o medicamento foi eficaz porque, apesar de toda a informação, nem todos usaram o preservativo, ou a infecção por HIV teria sido zero. Além disso, eles foram testados para sífilis, gonorreia e hepatite B e alguns contraíram DSTs", afirma o infectologista Esper Kallás, da USP, também coautor da pesquisa.

Prevenção. O auxiliar de enfermagem Fábio Paulo Santana, de 37 anos, foi um dos voluntários. "A mensagem mais importante que recebemos é que um método não exclui o outro. A prevenção tem de ser do remédio com o preservativo. É mais uma ferramenta", afirmou Santana, que fez o acompanhamento na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), terceiro grupo brasileiro que atuou na pesquisa.

Santana disse que fez questão de contar para a família, amigos e colegas de trabalho que era voluntário da pesquisa. "Tomava todos os dias pela manhã, com a minha avó. Ela tomava o anti-hipertensivo e eu, o remédio da pesquisa", contou.

Ele ficou frustrado por não saber se fez parte do grupo que tomou o remédio ou do que recebeu o placebo. O dado só será divulgado em março de 2011.

Tanto Kallás quanto Schechter reconhecem que é difícil garantir a adesão do paciente ao tratamento. "As pessoas deixam de tomar o remédio por esquecimento, por distração. Esse é o grande obstáculo desse tipo de intervenção. Esse trabalho comprova que pode haver prevenção do HIV por medicamento, mas outros estudos são necessários: combinação de outras drogas, esquemas intermitentes, com mulheres, com usuários de drogas", afirmou Kallás.

O diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, comemorou o resultado do trabalho, mas ressaltou que é preciso cautela. "Houve eficácia no ensaio clínico, com acompanhamento adequado. Por outro lado, precisamos discutir se o caminho é medicalizar a prevenção, quando o método mais eficaz é o preservativo", afirmou.

Ele lembrou ainda que o medicamento combinado é muito caro - o tratamento para um paciente nos EUA custa US$ 12 mil por ano. E afirma que o Brasil já tem a lamivudina, com efeito equivalente à emtricitabina e custo mais baixo. O laboratório fez o requerimento de registro da emtricitabina no País, mas o processo ainda está em análise.

O iPrEx reuniu 900 pesquisadores em 11 centros de estudos, sob a coordenação da Universidade da Califórnia, em São Francisco. A pesquisa recebeu financiamento do governo americano e da Fundação Bill e Melinda Gates. O laboratório Gilead Sciences doou os medicamentos.

Fonte: Estadão.com

terça-feira, 23 de novembro de 2010

EUA lançam alerta sobre os perigos de estimulante sexual

DAS AGÊNCIAS INTERNACIONAIS - A FDA, agência que regula os medicamentos nos EUA, advertiu na última sexta-feira sobre os perigos do Vigor-25, estimulante sexual masculino que é comercializado como produto natural.
Segundo o órgão, o risco está no sildenafil, componente da fórmula do estimulante e que pode sofrer interações com medicamentos à base de nitratos, causando queda na pressão arterial.
O sildenafil também está presente no Viagra, que, ao contrário do Vigor-25, só pode ser vendido em farmácias sob prescrição médica.
A FDA classificou o Vigor-25 como um produto "perigoso" e alertou que ele não deve ser comprado ou consumido.

Fonte: Folha de S.Paulo

Abertura econômica x desindustrialização

Para executivo, País está vulnerável. Com a desvalorização do dólar, a sobrevivência de muitos setores da indústria nacional passou a ser a internacionalização da cadeia produtiva


Em 1990, na onda dos novos arranjos da economia mundial, o Brasil iniciou um processo de abertura econômica. Essa nova atitude visava a modernizar a produção, sustentar o crescimento econômico, eliminar a inflação e promover a exportação. Decorridos 20 anos, a avaliação dos resultados indica efeito marginal. Não pela abertura em si, mas pelos equívocos.

Ao adotar política de competição aberta, o objetivo determinante é sustentar o crescimento econômico com produção em escala e padrões internacionais, não marginalizar a produção industrial do país. Assim, seria fundamental promover, junto com a abertura, ampla reforma estrutural interna, com vistas a dar ao sistema produtivo nacional condições de crescer com saltos na produtividade e gerar forte capacitação competitiva em relação aos similares importados e na exportação. Isso implica reformas fundamentais, como adaptar a política tributária às necessidades da produção; não tributar investimentos; modernizar a infraestrutura; estimular inovações e incorporação de novas tecnologias; melhorar o sistema de financiamento produtivo; juros decrescentes; racionalização do serviço público; ampla e irrestrita desburocratização; dogmatizar a exportação; etc.

Nesses 20 anos, os governos não adotaram a lição básica. E o País está vulnerável. Os custos internos aumentam, enquanto se amplia a vantagem na importação, pela conjugação da tributação decrescente na importação com a desvalorização do dólar e facilidades nas compras externas, com subsídios e financiamento a juros baixos. A sobrevivência de muitos setores da indústria nacional passou a ser a internacionalização da cadeia produtiva e, em alguns casos, simples montadores de máquinas pelo sistema CKD, usual dos anos 50 aos 70.

A política de exportação, determinante e hegemônica no processo de abertura econômica para evitar problemas no balanço de pagamentos, está fragilizada. A desindustrialização agrava a exportação, que depende cada vez mais de commodities e produtos assemelhados, de reduzida incorporação tecnológica e preços externos comandados de fora para dentro. A receita cambial passa a depender do humor externo, e não basta para cobrir a crescente demanda por importações e os déficits nas contas de serviços comerciais e rendas.

Com a desindustrialização, o País perde capacidade de aumentar a oferta de empregos; receita cambial; tecnologia; poder de diálogo nas negociações externas; imagem, poder e respeitabilidade no cenário internacional; aumenta a vulnerabilidade na defesa nacional; etc. Enfim, o País aceita a condição de eterno emergente, fornecedor de alimentos e matérias-primas para transformação, e fortalece as indústrias e o emprego nos países mais desenvolvidos e na China.



Sair dessa armadilha exigirá bom senso e visão para entender que país emergente, em regime de abertura econômica com inserção internacional, tem de assimilar três verdades principais: a taxa de câmbio é importante, mas não é mais o fator determinante na formação da capacitação competitiva na exportação e para a produção nacional vis-à-vis à importação; no cenário de inserção internacional, a prioridade na competitividade é a reorganização modernizadora das políticas de apoio à produção de bens e serviços; e o poder real e único está no somatório da absorção e estocagem de conhecimentos e tecnologias com a maximização da eficiência e da eficácia, indutora de custos de produção decrescentes. Essa linha de ação é, talvez, a única possível para evitar o crescimento excessivo dos déficits em transações correntes e reverter o atual processo de desindustrialização. A internacionalização das cadeias produtivas é processo inerente à abertura, mas há de ser qualitativa, na busca de tecnologia, e não só quantitativa, baseada em preços.

O soerguimento industrial brasileiro poderia ainda ser alavancado com base em dois outros pilares: programa de apoio ao aumento do grau de industrialização dos produtos agropecuários e minerais, abundantes no País; e a transformação do Nordeste em polo de produção industrial e de exportação.

Benedicto F. Moreira é presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB)



(Fonte: O Estado de S. Paulo - 20/11/2010)

domingo, 21 de novembro de 2010

Colesterol baixo pode ser marcador de câncer não diagnosticado

Há décadas, pesquisadores têm observado uma aparente associação entre baixos níveis de colesterol e maior incidência e mortalidade gerais de câncer. No entanto, 2 novos artigos publicados na Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention parecem ter colocado de lado esta preocupação e forneceu novas suposições sobre o papel que o colesterol desempenha no câncer.

Alguns especialistas atribuem a associação entre níveis baixos de colesterol e o risco e mortalidade de câncer aumentado para reverter fatores de causalidade – câncer não diagnosticado que provoca uma redução nos níveis de colesterol.
O primeiro dos novos estudos acrescenta provas à hipótese de que o nível mais baixo de colesterol sérico pode ser um marcador de malignidade existente, e não um fator causal. Esse estudo também constatou que as concentrações, resultados de lipoproteína de alta densidade (HDL) foram modestas, mas significativamente associadas a um risco geral reduzido de câncer.

Os resultados desta análise devem ajudar a dissipar quaisquer dúvidas de que o baixo colesterol pode causar câncer.

"Os resultados desta análise devem ajudar a dissipar quaisquer dúvidas de que o baixo colesterol pode causar câncer", disse Eric Jacobs, PhD, diretor estratégico de farmacoepidemiologia da American Cancer Society, durante uma conferência de imprensa que foi realizada para discutir os resultados desses 2 estudos.

"Ele também levanta uma questão interessante sobre se os níveis de colesterol HDL podem reduzir o risco de alguns tipos de câncer", acrescentou o Dr. Jacobs, que é co-autor de um editorial em anexo. "Esta é uma pergunta nova e excitante, mas precisamos fazer muito mais pesquisas antes que tenhamos qualquer resposta clara".

O segundo estudo descobriu que homens com baixos níveis de colesterol circulantes têm um risco reduzido de câncer de próstata de alto grau. Os autores observaram que homens com baixos níveis de colesterol total (<200 mg/dL) apresentaram um risco menor de câncer de próstata com um escore de Gleason de 8 a 10 em relação à homens com níveis elevados de colesterol (odds ratio [OR], 0,41; 95% de intervalo de confiança [CI], 0,22 - 0,77). Globalmente, os participantes com os níveis séricos de colesterol abaixo de 200 mg/dL tiveram uma redução de 59% no risco para a doença de alto grau.

O segundo estudo levanta uma outra questão: será que ter colesterol baixo reduzir o risco de câncer de próstata de grau elevado? "Há evidências crescentes de que isso possa ser verdade, mas as evidências de estudos em seres humanos ainda são limitadas," disse o Dr. Jacobs. "Novamente, mais pesquisas são necessárias antes que nós tenhamos uma resposta clara para esta questão."

Dr. Jacobs observa que os resultados dos dois estudos fornecem uma resposta e levantam duas novas questões. Os resultados do primeiro estudo mostram claramente que níveis baixos de colesterol total têm pouca probabilidade de aumentar o risco de câncer e, ao mesmo tempo, levanta uma preocupação sobre o papel potencial do colesterol HDL elevado na redução do risco de câncer.

Os resultados do segundo estudo evidenciaram preocupações sobre a associação entre o colesterol total baixo e um risco reduzido de doenças de alto grau. "Análises para replicar a associação entre baixos níveis de colesterol total e redução do risco de câncer de próstata de alto grau são bem justificados", segundo o editorial, que tem co-autoria de Susan M. Gapstur, PhD, MPH, também da American Cancer Society.

"As análises das associações entre os níveis de colesterol e uso de drogas redutoras de colesterol com a progressão do câncer de próstata em homens com câncer de próstata de baixo grau localizada também poderia esclarecer o papel do colesterol na carcinogênese da próstata."


Estudo ATBC

No primeiro estudo, os pesquisadores do National Cancer Institute (NCI) e do National Institute for Health and Welfare, em Helsínki, Finlândia, examinara a relação entre o colesterol total e o colesterol HDL e do risco global e local para cânceres específicos entre os participantes inscritos no estudo Alpha-Tocopherol, Beta-Carotene Cancer Prevention (ATBC).

A coorte era composta por 29.093 homens fumantes residentes na Finlândia. O período experimental foi concluído em 30 de abril de 1993, mas o acompanhamento continuou até o diagnóstico, a morte, ou 31 de março de 2003.

O colesterol total e HDL de jejum foram dosados no início, e um total de 7.545 cânceres incidentes foram identificados durante o seguimento, que durou 18 anos.

"Vários estudos têm tentado excluir a causalidade reversa, observando as tendências temporais, mas a maioria não era suficientemente grande ou teve duração insuficiente de acompanhamento para fornecer informações mais definitivas sobre este ponto", disse o autor do estudo Dr. Demétrio Albanes, um pesquisador sênior do NCI, durante a coletiva de imprensa. "Ao mesmo tempo, poucos estudos mencionaram o colesterol HDL e qualquer relação entre o colesterol HDL e o risco de câncer em geral".

"Com este cenário em mente, partimos para melhorar a nossa compreensão científica sobre a relação do colesterol com o câncer", acrescentou.


Marcador de câncer em vez de sua causa

Dr. Albanes e seus colegas descobriram que, em um modelo multivariado, o colesterol sérico total mais elevado esteve associado a uma incidência menor de câncer em geral. Os pacientes no quintil mais alto de concentração sérica de colesterol total apresentaram menor risco geral de câncer do que aqueles no menor quintil (>276,7 versus <203,9 mg / dl; risco relativo [RR], 0,85; 95% intervalo de confiança [IC], 0,79 -- 0,91, P <0,001).

"Câncer de pulmão, rim e fígado contribuíram substancialmente para esta constatação", disse Dr. Albanes. "No entanto, essa relação desapareceu quando foram excluídos os casos diagnosticados na primeira metade do período de acompanhamento, ou no prazo de 9 anos, quando sua amostra de sangue foi coletada na linha de base".

"Esta descoberta apóia a ideia de que os baixos níveis séricos de colesterol que temos detectado como um possível fator de risco podem realmente ter sido provocados por cânceres diagnosticados", acrescentou.

"Além disso, observou-se uma maior redução no colesterol sérico total desde o início até 3 anos, especificamente entre os casos que foram diagnosticados na metade inicial da observação, ao contrário da última parcela".

Os pesquisadores também observaram que níveis elevados de colesterol HDL foram associados com um risco menor de câncer (> 55,3 versus <36,2 mg/dL; RR para o quintil mais alto versus o quintil mais baixo, 0,89, 95% CI, 0,83 - 0,97; P = 0,01 ). Este sistema de associação inversa do colesterol HDL foi evidente para os canceres de pulmão, próstata, fígado e hematopoiéticos.

Este é o primeiro estudo a mostrar uma relação significativa entre níveis mais elevados de HDL e menor risco de todos os cânceres combinados.

Este estudo é o "primeiro a mostrar uma relação significativa entre níveis mais elevados de HDL e menor risco de todos os cânceres combinados, com um risco 11% menor para a maior categoria de HDL", afirma Dr. Albanes.

Em contraste com os resultados obtidos para colesterol total, a exclusão dos casos nos primeiros anos de acompanhamento fez que a associação com HDL ficasse mais forte do que fraca, enfatizou. "Assim, o risco 11% menor que observamos há pouco tornou-se 14% a 15% menor na categoria mais alta de colesterol HDL."


Estudo para prevenção de câncer de próstata

No segundo estudo, Elizabeth Platz, ScD, MPH, co-diretora do Cancer Prevention and Control Program no Sidney Kimmel Comprehensive Cancer Center na Johns Hopkins University em Baltimore, Maryland, e colegas avaliaram a associação entre o colesterol baixo e risco de câncer de próstata.

A coorte do estudo prospectivo consistiu de 5.586 homens, 55 anos e mais velhos, que eram participantes do Prostate Prevention Trial e que haviam sido randomizados para o grupo placebo do estudo, entre 1993 e 1996.

Ao contrário de estudos anteriores, observam os autores, o número de casos de alto grau no grupo do placebo deste estudo foi suficientemente grande para permitir a estimativa da associação entre os níveis de colesterol e doença com um escore Gleason de 8 a 10.

Em um estudo anterior, explicou o Dr. Platz, eles observaram que homens que estavam usando drogas com estatina tiveram um menor risco de câncer de próstata avançado, e com acompanhamento a longo prazo, apresentaram menor risco de doença de alto grau, mas houve associação entre uso de estatina e risco geral de câncer de próstata.


Associação ao escore de Gleason de 8 a 10

Um total de 1.251 casos de câncer de próstata foram identificados: 993 casos, com uma pontuação de Gleason de 2 a 6, 199 casos com um escore de Gleason de 7, e 59 casos com um escore de Gleason de 8 a 10. Embora uma associação tenha sido observada entre baixos níveis de colesterol e Gleason de 8 a 10, nenhum foi observado para o risco geral de câncer de próstata (OR, 0,97, 95% CI, 0,85 - 1,11).

Além disso, não foi observada associação da doença com uma pontuação de Gleason de 2 a 6 (OR, 1,03; 95% CI, 0,89-1,18) ou com uma pontuação de Gleason de 7 (OR, 0,93; 95% CI, 0.69-1.24).

"Nossos resultados confirmam o trabalho prévio que fizemos e são compatíveis com os resultados que nós tivemos com a estatina e câncer de próstata," disse o Dr. Platz.

O próximo passo poderia ser a de não estudar apenas o colesterol total, mas também a relação com o HDL alto e colesterol de baixa densidade baixo, disse ela. Um outro passo poderia ser "avaliar se a redução do colesterol, em vez de colesterol baixo como o estado normal, poderia explicar essa relação", acrescentou ela.


Ambos os estudos foram financiados pelo National Institutes of Health. Os autores e editores não revelaram relações financeiras relevantes.


Cancer Epidemiol Biomarkers Prev. 2009;18:2805-2806, 2807-2813, 2814-2821.

Abordagem para diagnóstico e tratamento da tosse crônica baseada em evidência

Uma revisão baseada em evidências, publicada no volume de abril do Annals of Allergy, Asthma & Immunology, fornece informação sobre vários diagnósticos e tratamentos da tosse crônica em adultos e crianças.

“A tosse crônica (com duração de mais de oito semanas em adultos e quatro semanas em crianças) é um evento comum (10% a 20% em adultos) e debilitante”, segundo Dr. Matthew A. Rank, da Mayo Clinic, em Rochester, Minnesota. Ele lembra que a tosse possui um importante papel fisiológico no sistema de defesa orgânico devido à limpeza do excesso de secreções e dos organismos estranhos às vias aéreas. Em alguns pacientes, contudo, ela pode ser excessiva, desnecessária e deteriorar a qualidade de vida do paciente.

Três organizações publicaram diretrizes para avaliação e tratamento da tosse crônica: American College of Chest Physicians (ACCP), British Thoracic Society (BTS) e European Respiratory Society. Esta revisão cobre os pontos-chave destas diretrizes, enfatizando três principais causas de tosse crônica em adulto (síndrome da tosse da via aérea superior (conhecida também como síndrome do gotejamento pós-nasal), asma e doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), além de aspectos do diagnóstico e tratamento da tosse crônica em crianças.

Os autores selecionaram estudos baseados na relevância diagnóstica e terapêutica da tosse crônica. Foram identificados poucos estudos randomizados e por isso os autores selecionaram, também, estudos retrospectivos e não-randomizados após considerarem seu impacto e suas limitações.

Existem vários estudos prospectivos, não-controlados, para adultos com tosse crônica que apresentam alta percentagem de diminuição da tosse com uma abordagem focada no diagnóstico e tratamento das causas mais comuns citadas acima. Estudos preliminares realizados com crianças endossam uma abordagem que diferencie a tosse seca da tosse produtiva e associe uma investigação aprofundada dos sintomas específicos que indiquem doença crônica. Os alergistas, como especialistas em tratamento de vias aéreas, são preparados para tratar a tosse crônica.

Os autores recomendam uma abordagem de tratamento baseada na anatomia das terminações aferentes vagais. Essa abordagem se mostra bem sucedida com a maioria dos pacientes.

Em pacientes adultos sem causa aparente para a tosse, as três causas mais comuns são: síndrome do gotejamento pós-nasal, asma e doença do refluxo gastroesofágico. Tais condições requerem um tratamento meticuloso.

Para adultos que apresentam radiografias de tórax normais e nenhuma história de tabagismo, são recomendados os seguintes testes e abordagens terapêuticas:

■Síndrome do gotejamento pós-nasal – trate a causa específica, caso seja encontrada; outra opção é usar tratamento empírico com esteróide intranasal ou anti-histamínico de primeira geração ou descongestionante.

■Doença do refluxo gastroesofágico – trate empiricamente com terapia farmacológica anti-refluxo; se não houver melhora, considere esofagograma, phmetria ou manometria.

■Asma – realize barometria e broncoestimulação, se necessário; caso contrário, tratamento empírico com corticosteróides inalatórios e modificadores de leucotrienos e esteróides sistêmicos.

■Bronquite eosinofílica não-asmática - teste eosinofilia no escarro se disponível; trate com corticosteróides inalatórios.

■Tosse por uso de inibidor da enzima conversora da angiotensina – interrompa a droga e acompanhe por três meses.

■Tosse ocupacional – elimine, reduza ou modifique a exposição aos fatores desencadeantes.

■Doença supurativa das vias aéreas – realize diagnóstico com broncoscopia e trate com antibioticoterapia de longo prazo.

■Tumores de pulmão – se houver suspeita, mesmo com radiografia e tomografia computadorizada do tórax normais, realize broncoscopia.

■Aspiração – realize uma avaliação da deglutição e trate com base nos achados.

■Tosse por tique nervoso – encaminhe o paciente a um psiquiatra.

■Nervo de Arnold – remova o fator irritante da membrana timpânica.

■Tosse inexplicada – trate empiricamente com medicações antitussígenas.


Em crianças com tosse crônica, achados específicos podem representar dicas para um diagnóstico específico. Sibilos podem indicar asma ou traqueomalácia; roncos podem indicar doença parenquimatosa, tosse purulenta pode indicar bronquiectasia ou fibrose cística, baqueteamento digital pode indicar doença supurativa pulmonar; atraso no desenvolvimento pode estar relacionado à aspiração e falha no crescimento pode indicar grave alteração sistêmica.

A tosse crônica é uma das causas principais de consultas médicas e de frustrações para os pacientes, os quais muitas vezes já foram submetidos a um tratamento sem os resultados esperados. A tosse crônica em crianças deve ser abordada de maneira diferente, para isso o alergista deve estar no papel principal de diagnosticar e tratar essa condição.

FONTE: Ann Allergy Asthma Immunol. 2007;98:305-313.

Informação sobre a autora: A Dra. Laurie Barclay é revisora e escritora freelancer para o Medscape. Declaração de conflito de interesses: A autora declara não possuir conflito de interesses.

Medicamentos exigem cuidados no armazenamento

Cortar comprimidos, abrir cápsulas e não armazenar corretamente os medicamentos, além de descartá-los de maneira inadequada, podem trazer sérios danos à saúde e ao meio ambiente. , não se deve partir comprimidos ou abrir cápsulas, não só porque o usuário nunca poderá ter certeza na quantidade de medicamento que será ingerido, mas também porque existem muitos produtos de "liberação sustentada", ou seja, que liberam aos poucos as substâncias no organismo, às vezes até durante um dia inteiro. "Esses tipos de produtos jamais devem ser partidos, abertos e muito menos triturados ou mastigados, pois a absorção de maneira inadequada pode acabar prejudicando o tratamento do paciente. No caso de comprimidos sulcados, esta prática deve ser feita somente com o aval do médico". Um outro alerta é em relação ao reaproveitamento de medicamentos já abertos ou por outro membro da família ou em ocasião de recorrência da doença no mesmo paciente. "Os antibióticos, por exemplo, jamais devem ser reutilizados, mesmo que haja sobra nos vidros e frascos. Eles são eficazes sempre para um certo tipo de bactéria e é errado supor que o antibiótico de outra pessoa irá funcionar. Eles devem ser tomados até o fim, exceto quando o médico der instruções para parar". Já as embalagens, devem ser bem lavadas antes de ir para o lixo e, no caso dos vidros, devem ser reciclados. Também não se deve jogar seringas e agulhas no lixo. Eles devem ser entregues na farmácia mais próxima, que possui um lixo especial para resíduos, feito de papelão". A última orientação fica por conta do local adequado para armazenar medicamentos em cada. "Muita gente guarda remédios no banheiro. É o pior lugar da casa, pois os medicamentos devem ser guardados em local arejado, longe da umidade".

Este pó é para o resfriado. As gotas são para a dor de barriga provocada pelo pó e . ...

e a pomada é para a coceira provocada pelas gotas... Um jovem ficou com dor de garganta. Foi ao médico, que receitou penicilina para a inflamação. A dor de garganta desapareceu. Três dias depois, no entanto, ficou com coceira e vergões vermelhos em todo o corpo. Um médico diagnosticou corretamente uma alergia à penicilina e receitou anti-histamínicos. A alergia desapareceu. Os anti-histamínicos fizeram o jovem ficar sonolento e ele cortou a mão no trabalho. A enfermeira da empresa colocou pomada antibacteriana no ferimento. A pomada tinha penicilina e a alergia voltou. Achando que havia a possibilidade de uma grave reação anafilática, já que a alergia acontecia pela segunda vez, o médico receitou cortisona. A alergia desapareceu de novo. Infelizmente, o paciente ficou com dores abdominais e reparou que suas fezes continham sangue. O diagnóstico foi hemorragia por úlcera péptica, causada pela cortisona. Não foi possível controlar a hemorragia por métodos normais e o próximo passo foi uma gastrectomia parcial (retirada cirúrgica de parte do estômago). A operação foi um sucesso. As dores desapareceram e a hemorragia acabou. O paciente perdeu tanto sangue com as hemorragias e a cirurgia, que foi indicada uma transfusão. Tomou um litro de sangue e logo contraiu hepatite, em decorrência da transfusão. Jovem e cheio de energia, recuperou-se da hepatite. No entanto, no local da transfusão, apareceu um inchaço vermelho e doloroso, indicando uma provável infecção. Como já havia o problema anterior com a penicilina, o medicamento usado foi a tetraciclina. A infecção melhorou imediatamente. A flora intestinal foi afetada pela tetraciclina e apareceram espasmos abdominais dolorosos e uma diarréia muito forte. O paciente recebeu um antiespasmódico e, tanto a diarréia quanto os espasmos, desapareceram. Infelizmente, esse medicamento era da fórmula da beladona, um sedativo que contém atropina, que alivia espasmos e dilata a pupila. Esse efeito prejudicou a visão do rapaz, que bateu com o carro numa árvore e morreu instantaneamente. Esta é uma história verdadeira Fonte: Artigo do Dr. Leonard Tishkin, em The Myth of Modern Medicine ( O Mito da Medicina Moderna ).

Possíveis Interações Medicamentosas em residências de um bairro do município de Marília-SP.

Resumo A terapêutica atual pode envolver muitos medicamentos e é comum a prescrição de dois ou mais fármacos para um mesmo indivíduo. Durante ou após o tratamento estes medicamentos acabam se acumulando nas residências, aliado a esse fator está a facilidade na aquisição de novos medicamentos de venda livre, que acabam se tornando verdadeiros arsenais, podendo incorrer em interações medicamentosas se utilizados concomitantemente ou se associados ao álcool. Assim, nosso objetivo é demonstrar as possíveis interações medicamentosas em residências de um bairro do município de Marília. Para tal, foram aplicados questionários semi estruturados com informações relacionadas ao objetivo do estudo em 150 residências, no período de março a julho de 2006 . Como resultado, 98% das residências possuíam algum tipo de medicamento, que se utilizados simultaneamente poderiam resultar em 98 possíveis interações, mais de 50% destas IM ocorreram nos domicílios com mais de 6 fármacos. Das interações envolvendo medicamento x medicamento 65,71% foram frutos de prescrição médica, já as possíveis interações envolvendo álcool, 54,3% proveniente da automedicação. . Concluímos que a falta de informação da população pode provocar varias interações medicamentosas e considerando que muitos medicamentos são considerados um bem para muitos pacientes e que muitas vezes estes não se desfazem dos mesmos, a grande quantidade destes medicamentos nas residências, favorecem potencialmente as interações medicamentosas. CONCLUSÃO Os hábitos de vida da população, aliado à falta de informação sobre a farmacoterapia e sobre o medicamento em si, bem como o acúmulo destes nas residências, são apontados por este trabalho como variáveis significativas na ocorrência de possíveis IM, podendo resultar na alteração da ação terapêutica da terapia proposta, tornando-se um risco permanente para a saúde dos usuários. Orientar o usuário e desenvolver ações educativas sobre medicamentos, é um desafio para os novos profissionais de saúde. Fonte: Elias Fernando Daniel, submetida a publicação,Rev. Bras. Farm., 90(1), 2009 Confira o artigo na integra, disponivel em: http://www.abf.org.br/pdf/2009/RBF_R1_2009/pag_54a58_193_ocorrencia_interacoes.pdf

Histórias que inspiram Homens e mulheres que marcaram a sua geração e até hoje são inspiração

Martin Luther King nasceu em 15 de janeiro de 1929 em Atlanta na Georgia, filho primogênito de uma família de negros norte-americanos de classe média. Seu pai era pastor batista e sua mãe era professora.Com 19 anos de idade Luther King se tornou pastor batista e mais tarde se formou teólogo no Seminário de Crozer. Também fez pós-graduação na universidade de Boston, onde conheceu Coretta Scott, uma estudante de música com quem se casou. Em seus estudos se dedicou aos temas de filosofia de protesto não violento, inspirando-se nas idéias do indu Mohandas K. Gandhi. Em 1954 tornou-se pastor da igreja batista de Montgomery, Alabama. Em 1955, houve um boicote ao transporte da cidade como forma de protesto a um ato discriminatório a uma passageira negra, Luther King como presidente da Associação de Melhoramento de Montgomery, organizou o movimento, que durou um ano, King teve sua casa bombardeada. Foi assim que ele iniciou a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. Em 1957 Luther King ajuda a fundar a Conferência da Liderança Cristã no Sul (SCLC), uma organização de igrejas e sacerdotes negros. King tornou-se o líder da organização, que tinha como objetivo acabar com as leis de segregação por meio de manifestações e boicotes pacíficos. Vai a Índia em 1959 estudar mais sobre as formas de protesto pacífico de Gandhi. No início da década de 1960, King liderou uma série de protestos em diversas idades norte-americanas. Ele organizou manifestações para protestar contra a segregação racial em hotéis, restaurantes e outros lugares públicos. Durante uma manifestação, King foi preso tendo sido acusado de causar desordem pública. Em 1963 liderou um movimento massivo, "A Marcha para Washington", pelos direitos civis no Alabama, organizando campanhas por eleitores negros, foi um protesto que contou com a participação de mais de 200.000 pessoas que se manifestaram em prol dos direitos civis de todos os cidadãos dos Estados Unidos. A não-violência tornou-se sua maneira de demonstrar resistência. Foi novamente preso diversas vezes. Neste mesmo ano liderou a histórica passeata em Washington onde proferiu seu famoso discurso "I have a dream" ("Eu tenho um sonho"). Em 1964 foi premiado com o Nobel da Paz. Os movimentos continuaram, em 1965 ele liderou uma nova marcha. Uma das conseqüências dessa marcha foi a aprovação da Lei dos Direitos de Voto de 1965 que abolia o uso de exames que visavam impedir a população negra de votar. Em 1967 King uniu-se ao Movimento pela Paz no Vietnam, o que causou um impacto negativo entre os negros. Outros líderes negros não concordaram com esta mudança de prioridades dos direitos civis para o movimento pela paz. Em 4 de abril de 1968 King foi baleado e morto em Memphis, Tenessee, por um branco que foi preso e condenado a 99 anos de prisão.Em 1983, a terceira segunda-feira do mês de janeiro foi decretada feriado nacional em homenagem ao aniversário de Martin Luther King Jr.'s. Alguns de seus ensinamentos: "Eu tenho um sonho que um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado de seus princípios: 'Nós acreditamos que esta verdade seja evidente, que todos os homens são criados iguais. ’ ... Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter." "Temos de enfrentar dificuldades, mas isso não me importa, pois eu estive no alto da montanha. Isso não importa. Eu gostaria de viver bastante, como todo o mundo, mas não estou preocupado com isso agora. Só quero cumprir a vontade de Deus, e ele me deixou subir a montanha. Eu olhei de cima e vi a terra prometida. Talvez eu não chegue lá, mas quero que saibam hoje que nós, como povo, teremos uma terra prometida. Por isso estou feliz esta noite. Nada me preocupa, não temo ninguém. Vi com meus olhos a glória da chegada do Senhor”. “Todos os homens são iguais” "O que me preocupa não é o grito dos violentos. É o silêncio dos bons." "Um dia meus filhos viverão numa nação onde não sejam julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo do seu caráter”. "Por isso estou feliz esta noite. Nada me preocupa, não temo ninguém. Vi com meus olhos a glória da chegada do Senhor.”Foram as últimas palavras de Martin Luther King."Ele lutou com todas as forças para salvar a sociedade de si mesma". -D. Coretta, esposa de Martin Luther King jr

A união faz a força

Fico agradecido pela sua presença no meu blog. Espero que gostem dos informativos e textos. Semanalmente estarei apresentando temas diferentes a respeito da prática profissional farmacêutica. Se quiserem algum material ou outras informações, basta entrar em contato comigo pelo meu e-mail.

Em breve também abrirei espaço para discussão de casos sobre o mercado Farmacêutico e também questões de interesse publico

Grato pela atenção, e por favor, ajude-nos a divulgar este blog.

Elias Fernando Daniel

Farmacêutico CRF-SP

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Farmacêutico Industrial, Atua na logistica de Medicamentos e como farmacêutico Voluntário no Abrigo a Idosos Reverendo Guilherme Rodrigues

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