Pesquisa mostra que o condimento pode ser usado no combate à obesidade
Quem é fã de comida picante ficará feliz com esta notícia. A capsaicina, substância contida na pimenta, ajuda a emagrecer. A conclusão é de cientistas da Daegu University, na Coreia do Sul. Por enquanto, o efeito foi comprovado em cobaias, mas os resultados são animadores. Durante nove semanas, os animais foram alimentados com uma dieta rica em gordura. Alguns receberam diariamente uma solução de capsaicina diluída (10 mg por kg). Outros, placebo. Entre os que consumiram o composto, houve redução de 8% do peso e mudanças em 20 proteínas que favoreceram a eliminação da gordura. ?Isso sugere que a capsaicina pode ser um bom fitoquímico no auxílio ao combate da obesidade, preveem os pesquisadores.
As funcionalidades da pimenta para o organismo não são novidade. O produto foi usado no passado como conservante por inibir o crescimento de micro-organismos e, recentemente, teve outros efeitos mapeados (leia quadro). A potencialidade emagrecedora do alimento, porém, é novidade. A promessa de quilos a menos está relacionada à característica termogênica da pimenta: ela aumenta o metabolismo, fazendo com que o corpo gaste mais energia na digestão.
Quanto mais picante a pimenta, maiores os teores de capsaicina e os efeitos benéficos para o organismo. Todavia nem toda pimenta tem a substância a pimenta-do-reino, por exemplo, não a possui nem todos devem consumir o alimento. Indivíduos com doenças intestinais devem evitar, alerta a nutricionista Márcia Keller Alves, especialista em biologia molecular e autora de pesquisas sobre a ação do tempero sobre o organismo.
Fonte: Revista Isto É
O Blog visa divulgar informações importantes, assuntos polêmicos, legislações que influenciam o varejo farmacêutico e cuidados referente a utilização de medicamentos.
terça-feira, 15 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Brasil precisa investir mais na formação de talentos
Recursos humanos: Para CEO da Hays, companhia global de recrutamento, país deve seguir o exemplo da Índia.
Segundo Cox, o país tem de criar habilidades domesticamente para suprir demandas que surgirão daqui a 25 anos
O Brasil não dispõe de um número suficiente de profissionais qualificados para acompanhar seu desenvolvimento econômico nos próximos anos e existem poucas saídas para esta situação. Investir na formação educacional domesticamente, atrair os brasileiros que estão fora e incentivar as indústrias a contratá-los são algumas delas. "Foi o que a Índia fez e deu certo", diz Alistair Cox, CEO da Hays, uma das maiores recrutadoras globais de talentos, de origem inglesa.
No Brasil há apenas quatro anos, a Hays tem planos ambiciosos para o país, que já é sua sétima operação mais lucrativa. A primeira é a Austrália, seguida da Alemanha e do Reino Unido. O grupo está presente em 28 países e faturou no ano passado R$ 1,7 bilhões, com um lucro operacional de R$ 422,5 milhões. A empresa, de capital aberto, tem seu valor de mercado estimado em R$ 4 bilhões.
O objetivo no Brasil, segundo o CEO, é ampliar o número do efetivo de 80 para 120 nos próximos meses e inaugurar uma unidade a cada ano nos próximos seis anos. "Queremos aproveitar a onda de crescimento. O país. precisará de pessoas em diversos setores", diz. Em rápida passagem por São Paulo, Cox concedeu uma entrevista exclusiva ao Valor. A seguir, os principais trechos:
Valor: Como anda o mercado de recrutamento mundial hoje?
Alistair Cox: O mundo viveu em uma montanha russa nos últimos 18 meses, o que, obviamente impactou a área de recrutamento. Foi provavelmente a primeira vez que vimos todas as economias, setores e países serem afetados. Por volta de julho de 2009, porém, alguns países começaram a se recuperar. Foi a primeira vez também que a Ásia ajudou o mundo a sair da recessão e nossos negócios por lá estão se recuperando. Espero que nos próximos seis meses nossos negócios aumentem em torno de 10%. Contrataremos cerca de cem pessoas na região.
Valor: Onde o mercado ainda está ruim para o setor?
Cox: Na Europa, algumas regiões como a Espanha ainda estão mal. A Itália está estável, embora não mostre sinais de melhora. Por outro lado, temos a Alemanha que está indo bem tanto no recrutamento sênior como no profissional. Eles precisam, por exemplo, de engenheiros altamente qualificados de TI. No Reino Unido, onde começamos o negócio e que responde a 20% do nosso lucro, a recessão está profunda. O setor privado foi duramente afetado, mas está começando a ficar mais confiante e a criar empregos. No nosso negócio a confiança do candidato é fundamental. A pessoa que está em um emprego precisa estar querendo ir para outro. Em uma recessão, ninguém tem coragem de mudar.
Valor: Como o senhor vê o mercado brasileiro?
Cox: O Brasil está voando de novo. A recessão no país foi curta e não tão profunda. Devemos crescer 10% no fechamento do nosso ano fiscal em junho, lembrando que ainda estamos contabilizando um pedaço da crise. Em 2011, espero crescer 50%. Hoje temos 80 pessoas no Brasil. Nos próximos meses, espero chegar a 120. Esse número pode crescer ainda mais se o mercado continuar acelerado.
Valor: Quanto o Brasil representa para os negócios da Hays?
Cox: Quase 90% do nosso lucro vem de três países: Austrália, Alemanha e Reino Unido. Todos os outros países juntos respondem por 10%. O Brasil ocupa o sétimo lugar no nosso negócio. Estamos focando no recrutamento profissional técnico qualificado, que é um novo conceito no Brasil. Um aspecto interessante dos nossos trabalhos no Brasil é que ele nos anima a operar na América Latina. A experiência que tivemos aqui foi tão positiva que estamos começando a olhar países como México, Colômbia e Argentina e Chile.
Valor: Quais setores do Brasil demandarão mais profissionais nos próximos anos?
Cox: Nos próximos cinco anos, 25 milhões de pessoas estarão saindo da pobreza para a classe média, podendo comprar casa, carro e produtos de consumo. Então, devemos esperar um aumento na demanda nas área de bens de consumo, varejo, energia e petróleo e gás, por exemplo. O setor de manufatura teve um momento ruim na recessão, mas já vimos que a indústria pesada está voltando. O setor de construção ligado à infraestrutura também deve contratar por conta da Olimpíada e da Copa. As farmacêuticas também devem crescer, pois as pessoas estão vivendo mais, existe uma preocupação maior em cuidar da saúde e mais acesso a medicamentos. A única área que não está se recuperando ainda talvez seja a de mineração. O câmbio forte e a redução no preço das commodities talvez ainda atrapalhem temporariamente. Os bancos domésticos estão tendo de absorver as integrações então vão perder pessoas nestes processos. Eles estarão focados nisso agora, antes de pensar em crescer novamente.
Valor: Qual o perfil dos profissionais recrutados no Brasil?
Cox: Há um ano, a maioria das pessoas que estávamos colocando em um novo emprego estava desempregada, pois tinha sido demitida. Hoje, 80% dos candidatos recrutados têm um emprego. Essa é uma boa notícia, significa que elas têm confiança para mudar.
Valor: Em termos salariais, como anda o recrutamento?
Cox: Em qualquer parte do mundo os pagamentos foram reduzidos na recessão. Agora, generalizando, os pagamentos subiram 10% além da inflação no Brasil. É um sinal encorajador. As pessoas que estão mudando estão recebendo um aumento de salário. No Brasil, para que as coisas continuem assim é preciso manter a inflação baixa.
Valor: Que tipo de executivo o mercado procura agora?
Cox: Existem muitas oportunidades na área de contabilidade, afinal, as empresas estão precisando de analistas e planejadores financeiros. Elas querem pessoas que entendam e façam a gestão do risco. Controle e administração de crédito e planejamento tributário também estão em alta. Os bancos precisam de quem entenda de processos de fusões e aquisições. Na área de vendas e marketing, muitas das pessoas que foram dispensadas na crise estão sendo recontratadas agora. Engenharia é uma parte muito importante da economia brasileira. O país necessita de gerentes de projetos e operacionais. Com a retomada da economia as coisas começaram a se movimentar. A área de logística é um exemplo.
Valor: O país dispõe de profissionais para atender a demanda em todas essas áreas?
Cox: Não existem pessoas suficientes para alimentar todas as indústrias. Talvez seja preciso atrair brasileiros que estão lá fora ou até mesmo estrangeiros. O Brasil tem de enfrentar esse desafio para manter a economia se movendo como agora. É um país massivo, grande e com uma crescente população consumidora. Existem boas condições para que ele se torne uma potência mundial. O setor de automóveis no Brasil, por exemplo, é provavelmente um dos melhores mercados do mundo.
Valor: O que pode comprometer este crescimento?
Cox: O que poderia fazer o Brasil não ter sucesso seria uma instabilidade na condução da economia, além da falta de investimentos em infraestrutura e educação. É preciso criar habilidades domesticamente para preencher as posições que as indústrias vão precisar daqui a 25 anos. A educação é uma área que não teve atenção devida no Brasil. Vocês têm universidades, mas acredito não têm a quantidade necessária de pessoas com a qualidade que precisam. Ainda não existe um mercado global de talentos. O Brasil precisa dos melhores engenheiros. Se o país quiser ser importante em TI, por exemplo, tem de fazer o que a Índia fez nos últimos 15 anos, investindo internamente para abastecer a indústria. Foi um trabalho fantástico. Ela elevou o nível da educação, atraindo os indianos de volta para casa, criando oportunidades e dando incentivos para as indústrias recrutarem essas pessoas. Assim, o país criou uma indústria de TI fenomenal. Para competir com a China, Índia e com outros países da América Latina, Europa e Estados Unidos, o Brasil precisa ter talentos.
fONTE:Fonte: Valor Econômico
Notícia publicada em: 14/06/2010
Segundo Cox, o país tem de criar habilidades domesticamente para suprir demandas que surgirão daqui a 25 anos
O Brasil não dispõe de um número suficiente de profissionais qualificados para acompanhar seu desenvolvimento econômico nos próximos anos e existem poucas saídas para esta situação. Investir na formação educacional domesticamente, atrair os brasileiros que estão fora e incentivar as indústrias a contratá-los são algumas delas. "Foi o que a Índia fez e deu certo", diz Alistair Cox, CEO da Hays, uma das maiores recrutadoras globais de talentos, de origem inglesa.
No Brasil há apenas quatro anos, a Hays tem planos ambiciosos para o país, que já é sua sétima operação mais lucrativa. A primeira é a Austrália, seguida da Alemanha e do Reino Unido. O grupo está presente em 28 países e faturou no ano passado R$ 1,7 bilhões, com um lucro operacional de R$ 422,5 milhões. A empresa, de capital aberto, tem seu valor de mercado estimado em R$ 4 bilhões.
O objetivo no Brasil, segundo o CEO, é ampliar o número do efetivo de 80 para 120 nos próximos meses e inaugurar uma unidade a cada ano nos próximos seis anos. "Queremos aproveitar a onda de crescimento. O país. precisará de pessoas em diversos setores", diz. Em rápida passagem por São Paulo, Cox concedeu uma entrevista exclusiva ao Valor. A seguir, os principais trechos:
Valor: Como anda o mercado de recrutamento mundial hoje?
Alistair Cox: O mundo viveu em uma montanha russa nos últimos 18 meses, o que, obviamente impactou a área de recrutamento. Foi provavelmente a primeira vez que vimos todas as economias, setores e países serem afetados. Por volta de julho de 2009, porém, alguns países começaram a se recuperar. Foi a primeira vez também que a Ásia ajudou o mundo a sair da recessão e nossos negócios por lá estão se recuperando. Espero que nos próximos seis meses nossos negócios aumentem em torno de 10%. Contrataremos cerca de cem pessoas na região.
Valor: Onde o mercado ainda está ruim para o setor?
Cox: Na Europa, algumas regiões como a Espanha ainda estão mal. A Itália está estável, embora não mostre sinais de melhora. Por outro lado, temos a Alemanha que está indo bem tanto no recrutamento sênior como no profissional. Eles precisam, por exemplo, de engenheiros altamente qualificados de TI. No Reino Unido, onde começamos o negócio e que responde a 20% do nosso lucro, a recessão está profunda. O setor privado foi duramente afetado, mas está começando a ficar mais confiante e a criar empregos. No nosso negócio a confiança do candidato é fundamental. A pessoa que está em um emprego precisa estar querendo ir para outro. Em uma recessão, ninguém tem coragem de mudar.
Valor: Como o senhor vê o mercado brasileiro?
Cox: O Brasil está voando de novo. A recessão no país foi curta e não tão profunda. Devemos crescer 10% no fechamento do nosso ano fiscal em junho, lembrando que ainda estamos contabilizando um pedaço da crise. Em 2011, espero crescer 50%. Hoje temos 80 pessoas no Brasil. Nos próximos meses, espero chegar a 120. Esse número pode crescer ainda mais se o mercado continuar acelerado.
Valor: Quanto o Brasil representa para os negócios da Hays?
Cox: Quase 90% do nosso lucro vem de três países: Austrália, Alemanha e Reino Unido. Todos os outros países juntos respondem por 10%. O Brasil ocupa o sétimo lugar no nosso negócio. Estamos focando no recrutamento profissional técnico qualificado, que é um novo conceito no Brasil. Um aspecto interessante dos nossos trabalhos no Brasil é que ele nos anima a operar na América Latina. A experiência que tivemos aqui foi tão positiva que estamos começando a olhar países como México, Colômbia e Argentina e Chile.
Valor: Quais setores do Brasil demandarão mais profissionais nos próximos anos?
Cox: Nos próximos cinco anos, 25 milhões de pessoas estarão saindo da pobreza para a classe média, podendo comprar casa, carro e produtos de consumo. Então, devemos esperar um aumento na demanda nas área de bens de consumo, varejo, energia e petróleo e gás, por exemplo. O setor de manufatura teve um momento ruim na recessão, mas já vimos que a indústria pesada está voltando. O setor de construção ligado à infraestrutura também deve contratar por conta da Olimpíada e da Copa. As farmacêuticas também devem crescer, pois as pessoas estão vivendo mais, existe uma preocupação maior em cuidar da saúde e mais acesso a medicamentos. A única área que não está se recuperando ainda talvez seja a de mineração. O câmbio forte e a redução no preço das commodities talvez ainda atrapalhem temporariamente. Os bancos domésticos estão tendo de absorver as integrações então vão perder pessoas nestes processos. Eles estarão focados nisso agora, antes de pensar em crescer novamente.
Valor: Qual o perfil dos profissionais recrutados no Brasil?
Cox: Há um ano, a maioria das pessoas que estávamos colocando em um novo emprego estava desempregada, pois tinha sido demitida. Hoje, 80% dos candidatos recrutados têm um emprego. Essa é uma boa notícia, significa que elas têm confiança para mudar.
Valor: Em termos salariais, como anda o recrutamento?
Cox: Em qualquer parte do mundo os pagamentos foram reduzidos na recessão. Agora, generalizando, os pagamentos subiram 10% além da inflação no Brasil. É um sinal encorajador. As pessoas que estão mudando estão recebendo um aumento de salário. No Brasil, para que as coisas continuem assim é preciso manter a inflação baixa.
Valor: Que tipo de executivo o mercado procura agora?
Cox: Existem muitas oportunidades na área de contabilidade, afinal, as empresas estão precisando de analistas e planejadores financeiros. Elas querem pessoas que entendam e façam a gestão do risco. Controle e administração de crédito e planejamento tributário também estão em alta. Os bancos precisam de quem entenda de processos de fusões e aquisições. Na área de vendas e marketing, muitas das pessoas que foram dispensadas na crise estão sendo recontratadas agora. Engenharia é uma parte muito importante da economia brasileira. O país necessita de gerentes de projetos e operacionais. Com a retomada da economia as coisas começaram a se movimentar. A área de logística é um exemplo.
Valor: O país dispõe de profissionais para atender a demanda em todas essas áreas?
Cox: Não existem pessoas suficientes para alimentar todas as indústrias. Talvez seja preciso atrair brasileiros que estão lá fora ou até mesmo estrangeiros. O Brasil tem de enfrentar esse desafio para manter a economia se movendo como agora. É um país massivo, grande e com uma crescente população consumidora. Existem boas condições para que ele se torne uma potência mundial. O setor de automóveis no Brasil, por exemplo, é provavelmente um dos melhores mercados do mundo.
Valor: O que pode comprometer este crescimento?
Cox: O que poderia fazer o Brasil não ter sucesso seria uma instabilidade na condução da economia, além da falta de investimentos em infraestrutura e educação. É preciso criar habilidades domesticamente para preencher as posições que as indústrias vão precisar daqui a 25 anos. A educação é uma área que não teve atenção devida no Brasil. Vocês têm universidades, mas acredito não têm a quantidade necessária de pessoas com a qualidade que precisam. Ainda não existe um mercado global de talentos. O Brasil precisa dos melhores engenheiros. Se o país quiser ser importante em TI, por exemplo, tem de fazer o que a Índia fez nos últimos 15 anos, investindo internamente para abastecer a indústria. Foi um trabalho fantástico. Ela elevou o nível da educação, atraindo os indianos de volta para casa, criando oportunidades e dando incentivos para as indústrias recrutarem essas pessoas. Assim, o país criou uma indústria de TI fenomenal. Para competir com a China, Índia e com outros países da América Latina, Europa e Estados Unidos, o Brasil precisa ter talentos.
fONTE:Fonte: Valor Econômico
Notícia publicada em: 14/06/2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
PRIMEIRO MEDICAMENTO FEITO COM PLANTA DO CERRADO
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população dos países em desenvolvimento fazem uso de procedimentos convencionais nos cuidados básicos à saúde. Deste universo, 85% usam plantas ou preparados
Surge no mercado uma pomada fitoterápica com propriedades inéditas e a partir de pesquisas realizadas pelo Laboratório Apsen, há 40 anos no mercado.
A pomada é resultado de cinco anos de estudo em parceria com a Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP - SP), sua fórmula foi patenteada e é indicada sob prescrição médica. Seu uso é indicado para adultos e é eficaz em vários tipos de lesões e uma excelente tolerabilidade. A pomada já está no mercado brasileiro e tem como principal composto o Barbatimão (Stryphnodendron adstringens), uma planta 100% brasileira, extraída do cerrado, com alto poder de cicatrização.
A pomada é o primeiro resultado de pesquisas com essa planta e possui ação 3 em 1.
Ação 3 em 1
A pomada fitoterápica tem ação tripla: ação anti-inflamatória, que diminui a neovascularização e o edema da ferida; ação cicatrizante propriamente dita pela ação dos taninos descrita acima; ação antimicrobiana contra algumas bactérias que podem mais comumente causar infecção na ferida tais como: Staphylococcus aureus, S. pyogenes , S. epidermidis , Pseudomonas aeruginosa, entre outras e também contra fungos como Candida albicans. De acordo com a Dra. Rita de Cássia Salhani Ferrarido Departamento Médico e Científico do Laboratório Apsen, "existem pomadas fitoterápicas cicatrizantes no mercado, mas nenhuma possui esta ação adstringente causada pela presença dos taninos, atuando tão eficazmente na reepitelização da ferida quanto este nosso novo medicamento”.
Fonte: Snif Brasil
Surge no mercado uma pomada fitoterápica com propriedades inéditas e a partir de pesquisas realizadas pelo Laboratório Apsen, há 40 anos no mercado.
A pomada é resultado de cinco anos de estudo em parceria com a Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP - SP), sua fórmula foi patenteada e é indicada sob prescrição médica. Seu uso é indicado para adultos e é eficaz em vários tipos de lesões e uma excelente tolerabilidade. A pomada já está no mercado brasileiro e tem como principal composto o Barbatimão (Stryphnodendron adstringens), uma planta 100% brasileira, extraída do cerrado, com alto poder de cicatrização.
A pomada é o primeiro resultado de pesquisas com essa planta e possui ação 3 em 1.
Ação 3 em 1
A pomada fitoterápica tem ação tripla: ação anti-inflamatória, que diminui a neovascularização e o edema da ferida; ação cicatrizante propriamente dita pela ação dos taninos descrita acima; ação antimicrobiana contra algumas bactérias que podem mais comumente causar infecção na ferida tais como: Staphylococcus aureus, S. pyogenes , S. epidermidis , Pseudomonas aeruginosa, entre outras e também contra fungos como Candida albicans. De acordo com a Dra. Rita de Cássia Salhani Ferrarido Departamento Médico e Científico do Laboratório Apsen, "existem pomadas fitoterápicas cicatrizantes no mercado, mas nenhuma possui esta ação adstringente causada pela presença dos taninos, atuando tão eficazmente na reepitelização da ferida quanto este nosso novo medicamento”.
Fonte: Snif Brasil
Pfizer é advertida por não informar efeitos colaterais
Agência de Medicamentos dos EUA diz que demora do laboratório em relatar problemas é crescente
A Agência de Alimentação e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) advertiu o laboratório Pfizer por não ter informado imediatamente os possíveis efeitos prejudiciais de seus remédios no mercado. Em carta ao diretor executivo da Pfizer, Jeffrey Kindler, a FDA citou numerosos exemplos de problemas referentes às marcas mais conhecidas da companhia, como o Viagra.
A demora em alertar sobre os efeitos colaterais data de 2004 e vem aumentando nos últimos anos, segundo a carta de Ronald Pace, diretor da FDA em Nova York. Ele afirma que o laboratório não documentou ou investigou adequadamente problemas relatados pelos pacientes depois que os remédios haviam recebido autorização para o uso.
"A FDA espera que os fabricantes criem e adotem mecanismos adequados para garantir que todas as reações graves e inesperadas sejam prontamente informadas e investigadas", escreveu Pace. Os relatos dos pacientes "continham graves reações adversas que não foram levadas em conta até serem identificadas durante a inspeção da FDA", afirmou o diretor da agência.
Em comunicado, o laboratório Pfizer afirmou que colaborará com a FDA para atender à agência "e garantir toda a vigilância e a informação de reações adversas dos medicamentos comercializados".
Fonte: Estadão
A Agência de Alimentação e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) advertiu o laboratório Pfizer por não ter informado imediatamente os possíveis efeitos prejudiciais de seus remédios no mercado. Em carta ao diretor executivo da Pfizer, Jeffrey Kindler, a FDA citou numerosos exemplos de problemas referentes às marcas mais conhecidas da companhia, como o Viagra.
A demora em alertar sobre os efeitos colaterais data de 2004 e vem aumentando nos últimos anos, segundo a carta de Ronald Pace, diretor da FDA em Nova York. Ele afirma que o laboratório não documentou ou investigou adequadamente problemas relatados pelos pacientes depois que os remédios haviam recebido autorização para o uso.
"A FDA espera que os fabricantes criem e adotem mecanismos adequados para garantir que todas as reações graves e inesperadas sejam prontamente informadas e investigadas", escreveu Pace. Os relatos dos pacientes "continham graves reações adversas que não foram levadas em conta até serem identificadas durante a inspeção da FDA", afirmou o diretor da agência.
Em comunicado, o laboratório Pfizer afirmou que colaborará com a FDA para atender à agência "e garantir toda a vigilância e a informação de reações adversas dos medicamentos comercializados".
Fonte: Estadão
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Qual a forma de tomar remédio?
Mais de 50% de todos os medicamentos são receitados ou vendidos de forma inapropriada no mundo e metade de todos os pacientes não tomam remédios corretamente.
A afirmação está em nota da Organização Mundial da Saúde, OMS, sobre o uso indevido de medicamentos.
Políticas Básicas
Segundo a agência da ONU, o uso excessivo, limitado ou impróprio de remédios afeta a saúde das pessoas e gasta recursos.
A OMS revela que mais de 50% de todos os países no mundo não implementam políticas básicas para promover o uso adequado de medicamentos.
Nos países pobres, menos de 40% dos pacientes no setor público e 30% no privado são tratados de acordo com diretrizes clínicas.
Para a agência, a prática diz respeito à utilização correta de remédios e requer que os doentes recebam o medicamento apropriado, com a dose certa e durante um período de tempo adequado, ao custo mais baixo para eles e para as comunidades.
Problemas
Os problemas mais comuns provocados pelo uso indevido de remédios incluem o uso de muitos medicamentos de forma simultânea, o uso excessivo de antibióticos e injecções e auto-medicação inapropriada.
Segundo a OMS, os fatores que mais contribuem para esse fenômeno são a falta de conhecimento e formação, promoção de medicamentos por multinacionais farmacêuticas e a disponibilidade ilimitada de remédios em muitos países.
Texto: Carlos Araújo
Fonte: Rádio ONU em Nova York
A afirmação está em nota da Organização Mundial da Saúde, OMS, sobre o uso indevido de medicamentos.Políticas Básicas
Segundo a agência da ONU, o uso excessivo, limitado ou impróprio de remédios afeta a saúde das pessoas e gasta recursos.
A OMS revela que mais de 50% de todos os países no mundo não implementam políticas básicas para promover o uso adequado de medicamentos.
Nos países pobres, menos de 40% dos pacientes no setor público e 30% no privado são tratados de acordo com diretrizes clínicas.
Para a agência, a prática diz respeito à utilização correta de remédios e requer que os doentes recebam o medicamento apropriado, com a dose certa e durante um período de tempo adequado, ao custo mais baixo para eles e para as comunidades.
Problemas
Os problemas mais comuns provocados pelo uso indevido de remédios incluem o uso de muitos medicamentos de forma simultânea, o uso excessivo de antibióticos e injecções e auto-medicação inapropriada.
Segundo a OMS, os fatores que mais contribuem para esse fenômeno são a falta de conhecimento e formação, promoção de medicamentos por multinacionais farmacêuticas e a disponibilidade ilimitada de remédios em muitos países.
Texto: Carlos Araújo
Fonte: Rádio ONU em Nova York
quarta-feira, 9 de junho de 2010
6 dores que você não deve ignorar
Os tipos de dores que requerem atenção médica urgente.
Ninguém gosta de sentir dor. Mesmo assim, a dor é a maneira usada pelo corpo para chamar sua atenção para algo que está errado.
Durante uma semana, é comum sentir pequenas dores ou desconfortos ocasionais, que não chegam a incomodar. São dores passageiras, com as quais você provavelmente está acostumado e até consegue identificar a origem: dores nas costas por ter carregado algum peso, desconforto no estômago por ter exarado na feijoada ou músculos doloridos devido àquela aula de ginástica mais puxada.
No entanto existem alguns quadros de dor que realmente não podem ser ignoradas. Neste guia estão reunidas tipos de dores que necessitam de atenção médica.
1. A pior dor de cabeça de sua vida
Dor de cabeça incomum, ou seja, de uma intensidade que você nunca havia experimentado, é um sinal de alerta.
Este tipo de dor de cabeça pode ser causado por aneurisma, um tipo de dilatação arterial no cérebro. A artéria dilata pode romper-se resultando em risco de vida
2. Dor ou desconforto no peito
Dores no peito podem significar infarto do coração ou uma pneumonia. Porém fique atento, alguns problemas cardíacos manifestam-se como desconforto ou peso no peito, e não somente como dor.
A dor ou desconforto do infarto do coração também pode manifestar-se ou irradiar-se para pescoço, mandíbula, ombro e braço esquerdo. Geralmente este tipo de dor vem acompanhado de suores e falta de ar.
3. Dor abdominal intensa
Uma dor abdominal intensa ou que aumenta rapidamente pode significar uma emergência médica conhecida como apendicite. O apêndice é uma pequena parte do intestino que quando inflamada provoca dores abdominais.
O maior perigo encontra-se na possibilidade de ruptura do apêndice.
Outras causas para dor abdominal incluem: problemas de vesícula, pâncreas, úlceras e interrupção do trânsito intestinal.
4. Dor na batata da perna
Dor na perna, sem motivo de contusão aparente, acompanhada de edema (inchaço) e calor local, podem significar trombose venosa. Esta doença é causada pelo entupimento de uma veia por um trombo.
O perigo está no desenvolvimento de tromboembolismo pulmonar quando partes do trombo se soltam e dirigem-se aos pulmões.
Câncer, obesidade, imobilização prolongada, gravidez e idade avançada são fatores de risco para trombose venosa.
5. Queimação nos pés ou pernas
É estimado que 10% da população seja portadora de diabetes, sendo que metades destas pessoas desconhecem o próprio diagnóstico.
Em muitos destes indivíduos, um dos primeiros sinais de diabetes é a neuropatia periférica, que tem como sintomas a sensação de queimação nos pés e pernas.
6. Dores difusas
Dores espalhadas pelo corpo que têm evolução crônica são um sintoma comum de depressão ou fibromialgia.
Estas dores muitas vezes são menosprezadas por médicos e pelos próprios pacientes, mas causam um prejuízo progressivo à qualidade de vida do paciente.
Dores que não encontram explicação em exames clínicos devem ser investigadas com maior ênfase, observando sintomas emocionais associados, tais como humor triste, irritabilidade e insônia
Este matéria é meramente informativo, duvidas oriente-se com seu médico de confiança ao com seu farmacêutico.
Fonte: www.bancodesaude.com.br
Ninguém gosta de sentir dor. Mesmo assim, a dor é a maneira usada pelo corpo para chamar sua atenção para algo que está errado.
Durante uma semana, é comum sentir pequenas dores ou desconfortos ocasionais, que não chegam a incomodar. São dores passageiras, com as quais você provavelmente está acostumado e até consegue identificar a origem: dores nas costas por ter carregado algum peso, desconforto no estômago por ter exarado na feijoada ou músculos doloridos devido àquela aula de ginástica mais puxada.
No entanto existem alguns quadros de dor que realmente não podem ser ignoradas. Neste guia estão reunidas tipos de dores que necessitam de atenção médica.
1. A pior dor de cabeça de sua vida
Dor de cabeça incomum, ou seja, de uma intensidade que você nunca havia experimentado, é um sinal de alerta.Este tipo de dor de cabeça pode ser causado por aneurisma, um tipo de dilatação arterial no cérebro. A artéria dilata pode romper-se resultando em risco de vida
2. Dor ou desconforto no peito
Dores no peito podem significar infarto do coração ou uma pneumonia. Porém fique atento, alguns problemas cardíacos manifestam-se como desconforto ou peso no peito, e não somente como dor.A dor ou desconforto do infarto do coração também pode manifestar-se ou irradiar-se para pescoço, mandíbula, ombro e braço esquerdo. Geralmente este tipo de dor vem acompanhado de suores e falta de ar.
3. Dor abdominal intensa
Uma dor abdominal intensa ou que aumenta rapidamente pode significar uma emergência médica conhecida como apendicite. O apêndice é uma pequena parte do intestino que quando inflamada provoca dores abdominais.O maior perigo encontra-se na possibilidade de ruptura do apêndice.
Outras causas para dor abdominal incluem: problemas de vesícula, pâncreas, úlceras e interrupção do trânsito intestinal.
4. Dor na batata da perna
Dor na perna, sem motivo de contusão aparente, acompanhada de edema (inchaço) e calor local, podem significar trombose venosa. Esta doença é causada pelo entupimento de uma veia por um trombo.O perigo está no desenvolvimento de tromboembolismo pulmonar quando partes do trombo se soltam e dirigem-se aos pulmões.
Câncer, obesidade, imobilização prolongada, gravidez e idade avançada são fatores de risco para trombose venosa.
5. Queimação nos pés ou pernas
É estimado que 10% da população seja portadora de diabetes, sendo que metades destas pessoas desconhecem o próprio diagnóstico.Em muitos destes indivíduos, um dos primeiros sinais de diabetes é a neuropatia periférica, que tem como sintomas a sensação de queimação nos pés e pernas.
6. Dores difusas
Dores espalhadas pelo corpo que têm evolução crônica são um sintoma comum de depressão ou fibromialgia.Estas dores muitas vezes são menosprezadas por médicos e pelos próprios pacientes, mas causam um prejuízo progressivo à qualidade de vida do paciente.
Dores que não encontram explicação em exames clínicos devem ser investigadas com maior ênfase, observando sintomas emocionais associados, tais como humor triste, irritabilidade e insônia
Este matéria é meramente informativo, duvidas oriente-se com seu médico de confiança ao com seu farmacêutico.
Fonte: www.bancodesaude.com.br
terça-feira, 8 de junho de 2010
País deixa de gerar US$ 5 bi por ano com fitoterápicos
O Brasil deixa de gerar cerca de US$ 5 bilhões ao ano por não conseguir transformar sua flora em remédios.
Essa é a diferença entre o valor movimentado pelo tímido mercado brasileiro de fitoterápicos e por mercados como o francês, o japonês e o alemão – países com uma biodiversidade muito menor que a brasileira, mas que tiveram sucesso na transformação de moléculas de plantas em medicamentos.
Até hoje, só um fitoterápico baseado na flora brasileira foi desenvolvido em território nacional. Trata-se do anti-inflamatório Acheflan, concorrente do Cataflam.
O mercado mundial de fitoterápicos envolve hoje cerca de US$ 44 bilhões, segundo a consultoria Analize and Realize, que atende algumas das maiores indústrias farmacêuticas do mundo. O valor está crescendo.
Segundo a Associação Brasileira de Empresas do Setor Fitoterápico, não existem dados oficiais sobre o tamanho desse mercado no Brasil. As estimativas variam entre US$ 350 milhões e US$ 550 milhões. Os pesquisadores acreditam que o país, por ser dono da maior biodiversidade do planeta, deveria ter um papel de liderança na área.
Um deles é o farmacólogo Manoel Odorico de Moraes, da Universidade Federal do Ceará, que tratou do assunto na Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, em Brasília, no fim do mês passado.
“Toda a indústria farmacêutica brasileira foi construída em cima da cópia”, diz ele, reclamando que as empresas nacionais investem pouco em inovação.
Segundo o químico Lauro Barata, da Unicamp, o Brasil poderia muito bem exportar para os países desenvolvidos. “Se você tiver remédios com eficiência e segurança, consegue mandar o produto para qualquer lugar. Mas o Brasil só estuda, estuda, publica e nada mais.”
“O mercado de fitoterápicos é muito menor do que poderia ser. Teria potencial para movimentar muito dinheiro”, diz José Roberto Lazzarini, diretor de pesquisa dos Laboratórios Aché.
Além do Acheflan, há mais de 420 fitoterápicos registrados na Anvisa, de 60 plantas diferentes. Apenas dez são de plantas nacionais – e os medicamentos não foram desenvolvidos por aqui.
Há problemas anteriores à falta de interesse dos investidores, porém. O país sofre com a falta de biotérios que possam oferecer camundongos de qualidade para testes de medicamentos.
Além disso, os pesquisadores relatam dificuldades para acessar a flora do país. As leis contra biopirataria acabaram por burocratizar excessivamente os seus trabalhos, reclamam.
O Acheflan, único, por enquanto, a vencer essas barreiras, levou sete anos e R$ 15 milhões para ficar pronto. Ele foi fruto de uma parceria entre a iniciativa privada, que entrou com o dinheiro, e o grupo da Universidade Federal de Santa Catarina liderado por João Batista Calixto.
A planta da qual a equipe de Calixto elaborou o anti-inflamatório Acheflan, comercializado desde 2005 pelo Laboratório Aché, é a erva-baleeira (Cordia verbenacea), típica da mata atlântica. Ele é usado como pomada – nessa fatia do mercado, acabou ultrapassando o Cataflam.
O Laboratório Aché, que é uma empresa brasileira, ficou com a patente do princípio ativo. Os cientistas receberam pelo seu serviço, mas o contrato não prevê nenhum tipo de royalty para eles. Todo o trabalho foi feito em sigilo, sem publicação das conclusões parciais em revistas científicas.
(Fonte: Ricardo Mioto/ Folha.com)
Essa é a diferença entre o valor movimentado pelo tímido mercado brasileiro de fitoterápicos e por mercados como o francês, o japonês e o alemão – países com uma biodiversidade muito menor que a brasileira, mas que tiveram sucesso na transformação de moléculas de plantas em medicamentos.
Até hoje, só um fitoterápico baseado na flora brasileira foi desenvolvido em território nacional. Trata-se do anti-inflamatório Acheflan, concorrente do Cataflam.
O mercado mundial de fitoterápicos envolve hoje cerca de US$ 44 bilhões, segundo a consultoria Analize and Realize, que atende algumas das maiores indústrias farmacêuticas do mundo. O valor está crescendo.
Segundo a Associação Brasileira de Empresas do Setor Fitoterápico, não existem dados oficiais sobre o tamanho desse mercado no Brasil. As estimativas variam entre US$ 350 milhões e US$ 550 milhões. Os pesquisadores acreditam que o país, por ser dono da maior biodiversidade do planeta, deveria ter um papel de liderança na área.
Um deles é o farmacólogo Manoel Odorico de Moraes, da Universidade Federal do Ceará, que tratou do assunto na Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, em Brasília, no fim do mês passado.
“Toda a indústria farmacêutica brasileira foi construída em cima da cópia”, diz ele, reclamando que as empresas nacionais investem pouco em inovação.
Segundo o químico Lauro Barata, da Unicamp, o Brasil poderia muito bem exportar para os países desenvolvidos. “Se você tiver remédios com eficiência e segurança, consegue mandar o produto para qualquer lugar. Mas o Brasil só estuda, estuda, publica e nada mais.”
“O mercado de fitoterápicos é muito menor do que poderia ser. Teria potencial para movimentar muito dinheiro”, diz José Roberto Lazzarini, diretor de pesquisa dos Laboratórios Aché.
Além do Acheflan, há mais de 420 fitoterápicos registrados na Anvisa, de 60 plantas diferentes. Apenas dez são de plantas nacionais – e os medicamentos não foram desenvolvidos por aqui.
Há problemas anteriores à falta de interesse dos investidores, porém. O país sofre com a falta de biotérios que possam oferecer camundongos de qualidade para testes de medicamentos.
Além disso, os pesquisadores relatam dificuldades para acessar a flora do país. As leis contra biopirataria acabaram por burocratizar excessivamente os seus trabalhos, reclamam.
O Acheflan, único, por enquanto, a vencer essas barreiras, levou sete anos e R$ 15 milhões para ficar pronto. Ele foi fruto de uma parceria entre a iniciativa privada, que entrou com o dinheiro, e o grupo da Universidade Federal de Santa Catarina liderado por João Batista Calixto.
A planta da qual a equipe de Calixto elaborou o anti-inflamatório Acheflan, comercializado desde 2005 pelo Laboratório Aché, é a erva-baleeira (Cordia verbenacea), típica da mata atlântica. Ele é usado como pomada – nessa fatia do mercado, acabou ultrapassando o Cataflam.
O Laboratório Aché, que é uma empresa brasileira, ficou com a patente do princípio ativo. Os cientistas receberam pelo seu serviço, mas o contrato não prevê nenhum tipo de royalty para eles. Todo o trabalho foi feito em sigilo, sem publicação das conclusões parciais em revistas científicas.
(Fonte: Ricardo Mioto/ Folha.com)
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Medicamentos exigem cuidados no armazenamento
Cortar comprimidos, abrir cápsulas e não armazenar corretamente os medicamentos, além de descartá-los de maneira inadequada, podem trazer sérios danos à saúde e ao meio ambiente.
, não se deve partir comprimidos ou abrir cápsulas, não só porque o usuário nunca poderá ter certeza na quantidade de medicamento que será ingerido, mas também porque existem muitos produtos de "liberação sustentada", ou seja, que liberam aos poucos as substâncias no organismo, às vezes até durante um dia inteiro.
"Esses tipos de produtos jamais devem ser partidos, abertos e muito menos triturados ou mastigados, pois a absorção de maneira inadequada pode acabar prejudicando o tratamento do paciente. No caso de comprimidos sulcados, esta prática deve ser feita somente com o aval do médico".
Um outro alerta é em relação ao reaproveitamento de medicamentos já abertos ou por outro membro da família ou em ocasião de recorrência da doença no mesmo paciente. "Os antibióticos, por exemplo, jamais devem ser reutilizados, mesmo que haja sobra nos vidros e frascos. Eles são eficazes sempre para um certo tipo de bactéria e é errado supor que o antibiótico de outra pessoa irá funcionar. Eles devem ser tomados até o fim, exceto quando o médico der instruções para parar".
Já as embalagens, devem ser bem lavadas antes de ir para o lixo e, no caso dos vidros, devem ser reciclados. Também não se deve jogar seringas e agulhas no lixo. Eles devem ser entregues na farmácia mais próxima, que possui um lixo especial para resíduos, feito de papelão".
A última orientação fica por conta do local adequado para armazenar medicamentos em cada. "Muita gente guarda remédios no banheiro. É o pior lugar da casa, pois os medicamentos devem ser guardados em local arejado, longe da umidade".
Este pó é para o resfriado. As gotas são para a dor de barriga provocada pelo pó e . ...
e a pomada é para a coceira provocada pelas gotas...
Um jovem ficou com dor de garganta. Foi ao médico, que receitou penicilina para a inflamação. A dor de garganta desapareceu. Três dias depois, no entanto, ficou com coceira e vergões vermelhos em todo o corpo. Um médico diagnosticou corretamente uma alergia à penicilina e receitou anti-histamínicos. A alergia desapareceu.
Os anti-histamínicos fizeram o jovem ficar sonolento e ele cortou a mão no trabalho. A enfermeira da empresa colocou pomada antibacteriana no ferimento. A pomada tinha penicilina e a alergia voltou. Achando que havia a possibilidade de uma grave reação anafilática, já que a alergia acontecia pela segunda vez, o médico receitou cortisona. A alergia desapareceu de novo.
Infelizmente, o paciente ficou com dores abdominais e reparou que suas fezes continham sangue. O diagnóstico foi hemorragia por úlcera péptica, causada pela cortisona. Não foi possível controlar a hemorragia por métodos normais e o próximo passo foi uma gastrectomia parcial (retirada cirúrgica de parte do estômago). A operação foi um sucesso. As dores desapareceram e a hemorragia acabou.
O paciente perdeu tanto sangue com as hemorragias e a cirurgia, que foi indicada uma transfusão. Tomou um litro de sangue e logo contraiu hepatite, em decorrência da transfusão. Jovem e cheio de energia, recuperou-se da hepatite. No entanto, no local da transfusão, apareceu um inchaço vermelho e doloroso, indicando uma provável infecção.
Como já havia o problema anterior com a penicilina, o medicamento usado foi a tetraciclina. A infecção melhorou imediatamente. A flora intestinal foi afetada pela tetraciclina e apareceram espasmos abdominais dolorosos e uma diarréia muito forte. O paciente recebeu um antiespasmódico e, tanto a diarréia quanto os espasmos, desapareceram.
Infelizmente, esse medicamento era da fórmula da beladona, um sedativo que contém atropina, que alivia espasmos e dilata a pupila. Esse efeito prejudicou a visão do rapaz, que bateu com o carro numa árvore e morreu instantaneamente. Esta é uma história verdadeira
Fonte: Artigo do Dr. Leonard Tishkin, em The Myth of Modern Medicine ( O Mito da Medicina Moderna ).
Possíveis Interações Medicamentosas em residências de um bairro do município de Marília-SP.
Resumo
A terapêutica atual pode envolver muitos medicamentos e é comum a prescrição de dois ou mais fármacos para um mesmo indivíduo. Durante ou após o tratamento estes medicamentos acabam se acumulando nas residências, aliado a esse fator está a facilidade na aquisição de novos medicamentos de venda livre, que acabam se tornando verdadeiros arsenais, podendo incorrer em interações medicamentosas se utilizados concomitantemente ou se associados ao álcool. Assim, nosso objetivo é demonstrar as possíveis interações medicamentosas em residências de um bairro do município de Marília. Para tal, foram aplicados questionários semi estruturados com informações relacionadas ao objetivo do estudo em 150 residências, no período de março a julho de 2006 . Como resultado, 98% das residências possuíam algum tipo de medicamento, que se utilizados simultaneamente poderiam resultar em 98 possíveis interações, mais de 50% destas IM ocorreram nos domicílios com mais de 6 fármacos. Das interações envolvendo medicamento x medicamento 65,71% foram frutos de prescrição médica, já as possíveis interações envolvendo álcool, 54,3% proveniente da automedicação.
. Concluímos que a falta de informação da população pode provocar varias interações medicamentosas e considerando que muitos medicamentos são considerados um bem para muitos pacientes e que muitas vezes estes não se desfazem dos mesmos, a grande quantidade destes medicamentos nas residências, favorecem potencialmente as interações medicamentosas.
CONCLUSÃO
Os hábitos de vida da população, aliado à falta de informação sobre a farmacoterapia e sobre o medicamento em si, bem como o acúmulo destes nas residências, são apontados por este trabalho como variáveis significativas na ocorrência de possíveis IM, podendo resultar na alteração da ação terapêutica da terapia proposta, tornando-se um risco permanente para a saúde dos usuários. Orientar o usuário e desenvolver ações educativas sobre medicamentos, é um desafio para os novos profissionais de saúde.
Fonte: Elias Fernando Daniel, submetida a publicação,Rev. Bras. Farm., 90(1), 2009
Confira o artigo na integra, disponivel em:
http://www.abf.org.br/pdf/2009/RBF_R1_2009/pag_54a58_193_ocorrencia_interacoes.pdf
Histórias que inspiram Homens e mulheres que marcaram a sua geração e até hoje são inspiração
Martin Luther King nasceu em 15 de janeiro de 1929 em Atlanta na Georgia, filho primogênito de uma família de negros norte-americanos de classe média. Seu pai era pastor batista e sua mãe era professora.Com 19 anos de idade Luther King se tornou pastor batista e mais tarde se formou teólogo no Seminário de Crozer. Também fez pós-graduação na universidade de Boston, onde conheceu Coretta Scott, uma estudante de música com quem se casou.
Em seus estudos se dedicou aos temas de filosofia de protesto não violento, inspirando-se nas idéias do indu Mohandas K. Gandhi.
Em 1954 tornou-se pastor da igreja batista de Montgomery, Alabama. Em 1955, houve um boicote ao transporte da cidade como forma de protesto a um ato discriminatório a uma passageira negra, Luther King como presidente da Associação de Melhoramento de Montgomery, organizou o movimento, que durou um ano, King teve sua casa bombardeada. Foi assim que ele iniciou a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.
Em 1957 Luther King ajuda a fundar a Conferência da Liderança Cristã no Sul (SCLC), uma organização de igrejas e sacerdotes negros. King tornou-se o líder da organização, que tinha como objetivo acabar com as leis de segregação por meio de manifestações e boicotes pacíficos. Vai a Índia em 1959 estudar mais sobre as formas de protesto pacífico de Gandhi.
No início da década de 1960, King liderou uma série de protestos em diversas idades norte-americanas. Ele organizou manifestações para protestar contra a segregação racial em hotéis, restaurantes e outros lugares públicos. Durante uma manifestação, King foi preso tendo sido acusado de causar desordem pública. Em 1963 liderou um movimento massivo, "A Marcha para Washington", pelos direitos civis no Alabama, organizando campanhas por eleitores negros, foi um protesto que contou com a participação de mais de 200.000 pessoas que se manifestaram em prol dos direitos civis de todos os cidadãos dos Estados Unidos. A não-violência tornou-se sua maneira de demonstrar resistência. Foi novamente preso diversas vezes. Neste mesmo ano liderou a histórica passeata em Washington onde proferiu seu famoso discurso "I have a dream" ("Eu tenho um sonho"). Em 1964 foi premiado com o Nobel da Paz.
Os movimentos continuaram, em 1965 ele liderou uma nova marcha. Uma das conseqüências dessa marcha foi a aprovação da Lei dos Direitos de Voto de 1965 que abolia o uso de exames que visavam impedir a população negra de votar.
Em 1967 King uniu-se ao Movimento pela Paz no Vietnam, o que causou um impacto negativo entre os negros. Outros líderes negros não concordaram com esta mudança de prioridades dos direitos civis para o movimento pela paz. Em 4 de abril de 1968 King foi baleado e morto em Memphis, Tenessee, por um branco que foi preso e condenado a 99 anos de prisão.Em 1983, a terceira segunda-feira do mês de janeiro foi decretada feriado nacional em homenagem ao aniversário de Martin Luther King Jr.'s.
Alguns de seus ensinamentos:
"Eu tenho um sonho que um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado de seus princípios: 'Nós acreditamos que esta verdade seja evidente, que todos os homens são criados iguais. ’ ... Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter."
"Temos de enfrentar dificuldades, mas isso não me importa, pois eu estive no alto da montanha. Isso não importa. Eu gostaria de viver bastante, como todo o mundo, mas não estou preocupado com isso agora. Só quero cumprir a vontade de Deus, e ele me deixou subir a montanha. Eu olhei de cima e vi a terra prometida. Talvez eu não chegue lá, mas quero que saibam hoje que nós, como povo, teremos uma terra prometida. Por isso estou feliz esta noite. Nada me preocupa, não temo ninguém. Vi com meus olhos a glória da chegada do Senhor”.
“Todos os homens são iguais”
"O que me preocupa não é o grito dos violentos. É o silêncio dos bons."
"Um dia meus filhos viverão numa nação onde não sejam julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo do seu caráter”.
"Por isso estou feliz esta noite. Nada me preocupa, não temo ninguém. Vi com meus olhos a glória da chegada do Senhor.”Foram as últimas palavras de Martin Luther King."Ele lutou com todas as forças para salvar a sociedade de si mesma". -D. Coretta, esposa de Martin Luther King jr
A união faz a força
Fico agradecido pela sua presença no meu blog. Espero que gostem dos informativos e textos. Semanalmente estarei apresentando temas diferentes a respeito da prática profissional farmacêutica. Se quiserem algum material ou outras informações, basta entrar em contato comigo pelo meu e-mail.
Em breve também abrirei espaço para discussão de casos sobre o mercado Farmacêutico e também questões de interesse publico
Grato pela atenção, e por favor, ajude-nos a divulgar este blog.
Elias Fernando Daniel
Farmacêutico CRF-SP
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